Retomamos o procedimento especial para obter uma sequência harmónica de pontos relacionados harmonicamente com A,B,Z que apresentámos na entrada anterior. Só que tomamos Z como ponto no infinito.
Podemos observar uma sequência de pontos relacionados harmonicamente dependentes dos três pontos A, B, Z. Claro que esta pode ser composta por A,B,C,Z; ou A,B,C,D, Z;... ou, por uma infinidade numerável de pontos (como pode acontecer com qualquer rede de racionalidade). Nestas duas últimas entradas, entre dois pontos consecutivos não há outros pontos obtidos pelo mesmo procedimento especial, sendo que nesta última, aos nossos olhos os pontos sucessivos aparecem igualmente espaçados.